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Os 15 postos de trabalho da fábrica de reciclagem de redíduos industriais perigosos que ficou reduzida a cinzas na passada terça-feira não estão em causa.
A garantia foi dada ao REGIÃO DE LEIRIA por Vítor Arroteia, director da empresa
Ecosocer, quarta-feira de manhã quando os trabalhadores daquela unidade
industrial ajudavam à realização do rescaldo. Vítor Arroteia nada adiantou
sobre o valor dos prejuízos que o incêndio provocou. “Estamos neste momento no
local com técnicos da companhia de seguros a fazer essa contabilidade”, disse ao
nosso jornal. O responsável adianta ainda que está a ser realizado um
inquérito no sentido de apurar as causas do incêndio. “Sabemos como começou e
como se propagou, mas não os motivos”, diz Vítor Arroteia, lembrando que o fogo
teve origem na zona de inertização de resíduos.
Muitos meios. O incêndio
na Ecosocer, situada junto ao Itinerário Complementar 8, em Pombal, começou por
volta das 14 horas e chegou inclusivamente a atingir uma zona de floresta que se
encontrava nas imediações. Este foco acabou por ser extinto duas horas depois.
Quanto ao incêndio na fábrica foi declarado controlado às 17 horas e às 18 horas
os bombeiros já estavam a iniciar o rescaldo. No combate às chamas estiveram
envolvidos, de acordo com o Centro de Coordenação de Socorros de Leiria, 204
homens de 19 corporações dos distritos de Leiria e Coimbra apoiados por 59
viaturas, quatro helicópteros e dois aerotanques ligeiros.
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